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12.6.12

Acredite.


Foto: asweetdream

Acreditar no amor faz bem. Não o amor Romântico, cheio de firulas e declarações que soam mais falsas que os produtos da 25 de Março. Amor bom mesmo é aquele do dia-a-dia, da cumplicidade, do apoio mútuo e do respeito a individualidade do outro. 

Não se engane achando que o amor verdadeiro se resume a um poema muito bem rimado ou a um buquê abarrotado de rosas vermelhas. O verdadeiro sentido de amar alguém, está intimamente ligado a tudo que você é capaz de renunciar ou agregar na vida do outro e na sua própria vida. É ter maturidade para entender que nem tudo será perfeito, pois às vezes vocês vão brigar e fazer cara feia um para o outro. Que em alguns momentos, a grana vai ficar curta e aquele jantar romântico vai ser trocado por um cachorro-quente na esquina. Que as declarações de amor serão ditas no meio da tarde, via SMS mesmo, e não da forma generalizada de romantismo que todos costumam aclamar. Que pode acontecer do sexo cair na rotina, mas e daí, né? Amor é isso mesmo. Dias comuns, briguinhas, não dormir de conchinha (convenhamos, incomoda), as vezes ele no bar e você com as amigas, TV em casa ao invés de cinema, um eu te amo meio sonolento ao acordar - ainda com aquele bafo matinal... Essas pequenas e grandes coisas que completam a nossa existência.

O mais legal de amar alguém de verdade, é perceber que a relação não é um conto de fadas. É sacar que ao seu lado não existe um príncipe ou princesa perfeitos. É notar que uma pessoa comum te completa muito mais do que aquela que povoa seus sonhos. Muito mais perfeita do que o amor platônico da 5ª série. E sabe quando você percebe isso? É quando você desata os nós da ilusão, de querer encontrar uma pessoa que se encaixe perfeitamente em todos os parâmetros, que um dia estabeleceu como meta de relacionamento.

Acreditar no amor faz bem. Mas faz ainda mais bem, para quem sabe enxergar o que é amar de verdade. Feliz dia dos namorados.

P.S. Aproveitando o ensejo, só quero agradecer publicamente ao Felipe Rui (aka meu namorado e revisor deste blog) por ele ser exatamente quem é. E por completar tanto a minha existência. Te amo, B!

P.S2. Hoje está sem revisão. Foi de supetão mesmo. rs

Beijos,





25.5.12

The past is gone!

Quase todo mundo já teve um “ex” na vida. E sim, o que se passou em relacionamentos anteriores costuma ser uma das maiores causas de discórdia entre casais. Mas por que a gente se apega tanto a detalhes de uma vida que já passou?

Lembrar que a pessoa que a gente ama já nutriu sentimentos por outro alguém e desejou outro corpo é um tanto quanto desconfortável, não há como negar. Isso causa medo, ciúmes, dor, mágoa e afins. É natural que, por puro e simples instinto de competitividade, a gente acabe criando uma disputa boba com o passado do nosso parceiro. Porém é necessário entender: até que ponto o (a) ex é realmente uma ameaça?

Ilustração: Mig caphona

Muitas vezes a pessoa que está com a gente deixa escapar (ou faz de propósito) alguns detalhes sobre seu passado amoroso. A gente mesmo faz isso de vez em quando, para se gabar, fazer uso da comparação ou para lembrar ao outro sobre o que a gente não quer que se repita. Nesse ponto de troca de informações é importante saber diferenciar “o que foi” do “que é”.  O (a) ex ainda é alguém relevante? A relação que vocês vivem é sólida? Alguma coisa ficou mal resolvida naquele passado? Você confia no seu par? Esses e outros questionamentos são decisivos antes de resolver fazer tempestade em um copo d’água, quando o (a) namorado (a) recebe um sms ou um recado no Facebook do (a) ex, por exemplo.

Ter ciúmes é normal, faz parte do ser humano. Mas saber dosá-lo e direcioná-lo para o que é realmente significativo faz muita diferença. Aceitar que as vezes a relação anterior do parceiro acabou em uma boa amizade é sinal de maturidade. Ter um ataque paranóico sempre que o nome do (a) ex surgir na conversa é pura tolice. Saiba separar as coisas. Aliás, aprenda respeitar a individualidade e o direito dele (a) escolher com quem manter laços. Tenho certeza que isso vai poupar você e ele (a) de muito constrangimento e DR’s desnecessárias.

O mais engraçado de viver fuçando o passado é que as vezes a pessoa que está com você nem lembra da última relação por si só. Você, com suas crises de ciúme, é que acaba o (a) levando a reviver a antiga história de amor. E isso é muito ruim para sua relação! Por isso, não transforme aquela pessoa que já passou pela vida do seu atual relacionamento em um potencial rival. É possível que você acabe conseguindo uma boa disputa de verdade.

Aposto que você não quer isso, certo? 
O passado vai continuar existindo, não se pode apagá-lo e nem fingir que não aconteceu. Pelo bem de seu relacionamento, aprenda a conviver com ele. Ou procure alguém que nunca teve um (a) namorado (a) ou affair na vida.

*Revisão: Felipe Rui

Beijos,


16.5.12

-Te amo, tá? -Tá!

Em toda relação chega o momento que alguém sentirá aquela vontade incontrolável de dizer “eu te amo”. Pode ser em 3 semanas, 3 meses ou 3 anos... Para o amor (ou o que pensamos ser amor) o tempo é uma variável que não importa.

Quando chega o momento de dizer o que sentimos, o que mais queremos é receber de volta uma resposta no mesmo nível. Claro, geralmente o ego está envolvido e obviamente não desejamos ser rejeitados. Porém, nem sempre o “eu te amo” é recípocro e a sensação de desconforto é inigualável. Paira no ar aquele quê de dúvida, onde começamos a questionar nossa capacidade de sedução, o quanto a pessoa está envolvida e “meu deus, ele (ela) NÃO ME AMA!”. Tem gente que chora, tem gente que emburra e tem aquelas pessoas que simplesmente deixam o tempo passar, dando espaço para que o outro também se sinta à vontade para dizer o mesmo ou para descobrir que realmente não é isso que quer.

Seja qual for a situação, é certo que deixar a pessoa livre para saber o que sente é a melhor opção. Muito melhor do que ouvir “eu te amo” da boca pra fora, se iludir, amar o outro ainda mais e depois levar um super pé e ficar sem entender patavina de nada. Experiente que sou nesse quesito (meu namorado demorou um ano inteiro para dizer que me amava), posso dizer que se o sentimento que você tem for verdadeiro, vale a pena ter paciência. Digo isso porque o dia que eu ouvi um “EU TE AMO”  dele, no mesmo instante tive certeza que era algo real e não uma fantasia criada para me agradar.

Saber esperar é uma questão de maturidade e também uma maneira de você demonstrar, e até mesmo saber, se seus sentimentos são de fato reais. Sim, pode ser que role uma magoazinha, é normal... O que não pode rolar é essa mágoa virar aquele desejo besta de vingança e a relação partir para uma disputa de quem tá menos aí pra quem. Se isso está acontecendo com você, pule fora, pois a relação está mais verde que abacate duro.

E é isso. Tenha calma para sentir, tenha paciência para ouvir e tenha a mente aberta para entender que nem sempre o coração das pessoas bate na mesma frequência que o da gente.

Agora, vamos relembrar alguns corações que ficaram no vácuo:

Marissa Cooper – Disse “eu te amo” para o Ryan Atwood em cima de uma roda gigante e ouviu de volta um inesperado “obrigado”.

Blair Waldorf – abriu o coração para Chuck Bass, mas só ouviu suas três palavrinhas mágicas um ano depois.

Dan Humphrey – resolveu que era a hora de dizer o que sentia para Blair mas ela já, vacinada por Chuck, deixou a resposta no ar.

Fernanda (BBB 9) – teve direito a fazer uma ligação para o namorado e toda empolgada disse “eu te amo, tá?” e teve de volta um insosso “tá!”. Poor girl.


Revisão: Felipe Rui
Fotos: Mon coeur s'ouvre a toi. (♥)





Beijos,

10.8.11

Quando o sexo fica fofinho.


Enquanto pensava em como escrever esse texto, me questionei o seguinte: o relacionamento sexual de um casal fica relativamente morno quando passam para o patamar do "eu te amo"? Quer dizer, enquanto a relação está sem o compromisso de fato, as coisas podem ser mais leves ou nada muda de verdade?

Todo começo de relacionamento é quente. Se o seu não foi, ou o casal era tímido, você frígida/ele impotente ou as suas religiões não permitiam. Sério, é muito difícil que uma relação comece morna. Há sempre aquela tensão sexual onde as mãos invariavelmente são guiadas para os lugares mais “impróprios” e é complicado controlar.

 
O que dizer então do linguajar? É de “vagabunda”, “safado”, pra pior. Volto a dizer, isso só não acontece se você é muito recatado(a) ou qualquer uma das outras opções citadas no parágrafo anteriormente. Sexo não foi feito para ser fofinho. É carnal,  é aquilo que envolve o proibido, o secreto, o desejo, a intensidade...

Um amigo meu, que prefere se manter anônimo, disse uma coisa que se encaixa bem com o que quero dizer: “Intimidade é uma merda né? Todo casal de namorados com o tempo começa criar suas próprias gírias, suas próprias coisinhas fofas. Sexo acaba virando coisa fofa... Chega uma hora que você para de foder e começa a transar.”


Pois bem, e quando o sexo começa a ficar bonitinho, como fica? O que quero dizer com “bonitinho”, “fofinho” é quando a relação sexual entre um casal fica morna, sem as peculiaridades tão presentes no começo. É quando a noite morre no papai e mamãe mais sem graça da face da terra. Não que não ter aquela foda homérica diariamente signifique que o relacionamento não tem mais graça. Mesmo porque não é toda dia que a Bruna Surfistinha baixa na gente. Mas venhamos e convenhamos, nada torna uma relação mais frustrante do que a perda do apetite sexual. Ou quando a rotina toma conta e fica impossível inovar.


Como bem disse a Renata Chelli, mais conhecida como Rebiscoito, do adorável Biscoitices: “Sexo no começo é sempre muito bom, mas depois que o casal tem bastante intimidade pode ficar ainda melhor. Cada um conhece mais o corpo do outro, sabe como fazer o outro gozar mais facilmente... Isso pode ser uma vantagem, mas também algo ruim. O casal não pode deixar a coisa esfriar, tornar o sexo uma coisa cômoda, mecânica sabe?”. 


Acho que, independente do grau que a relação esteja, seja na fogueira do início ou na calmaria de um relacionamento estável, o sexo só fica morno se o casal deixar. O amor e todo o romantismo que envolve esse sentimento não joga um balde de água fria nos lençóis.  A rotina e conhecer melhor um ao outro pode até ser um “quê” a mais para a relação. O Fernando Gouveia, o Gravz, do Gravataí Merengue, tem uma opinião formada sore isso “Se as coisas mudam? Sim. Mas eu acho que tudo tem a ver com a natureza do homem e a natureza da mulher. Não são "naturezas" iguais e, além disso, hoje em dia a sociedade é muito mais libertária. Parece, em princípio, uma falência do sistema matrimonial, mas na verdade é uma alforria: podemos, enfim, fazer o que nos der vontade.”


O sexo pode sim ser romântico. Aliás, nada mais gostoso do que ficar abraçadinhos, curtindo o momento , sentindo o corpo um do outro. Ou um gracioso “eu te amo” após um orgasmo. Mas o sexo nunca pode ser mecânico, como disse a Rê. E ele se torna mecânico quando paramos de falar coisas safadas, inventar novas posições e, principalmente, quando viramos para o lado e dormimos sem nem ao menos curtir o que acabou de acontecer. Outra coisa importante: os problemas não devem nunca ser levados para a cama. Para isso temos o sofá.



 Revisão: Felipe Rui.


*Agradecimentos especiais para a Rê, o Fê e amigo que prefere se manter anônimo, pela colaboração.

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Então é isso, galera... 
Minha meia dúzia de leitores pode estar se perguntando por que esse hiato entre os post's. Tenho algumas teorias: preguiça, falta de tempo, falta de inspiração... Todas juntas acabam se tornando o motivo. De qualquer forma, o importante é que voltei mais uma vez e espero que este blog não tenha mais paradas bruscas.
Para quem tá achando estranho eu ter pulado do assunto Deus para essa temática sexual, não se assustem... É o meu jeitinho! rs

Um beijo e até o próximo! 


3.4.11

“Naquela base do só vou se você for”

 Começo de relacionamento é a fase em que os dois estão conhecendo um ao outro, dividindo opiniões, gostos, amizades e, por que não dizer, se tornando constantemente uma coisa só. É a naturalidade das coisas. Cada momento ao lado de quem se está apaixonado é vital e pensar em ficar longe chega a doer.
Com o amadurecimento da relação, nada mais natural que cada um recoloque a vida nos eixos e comece a se interessar novamente por si, ao invés de só pensar no outro. Pois, por mais que a paixão seja arrebatadora, qualquer pessoa sabe que grude demais é prejudicial. Quer dizer, pelo menos todos deveriam saber. Mas na prática, a teoria é outra.
Para que a vida a dois seja saudável, manter a individualidade é um fator preponderante. Afinal, além da relação existe um caminho a ser traçado sozinho, e ninguém pode fazer isso por você. E quando uma pessoa começa a viver demais em função de outra, a vida pessoal passa a ser deixada de lado. Aí que, por exemplo, a gente vê aquela garota que era cheia de amigos, resumir a vida ao namorado, aos amigos dele e a família dele. Ou seja, ela não é mais ela, é uma sombra de quem foi um dia.
É muito mais comum encontrar casais que dizem um para o outro “só vou se você for” do que aqueles que dizem “hoje eu saio com meus amigos e você com os seus”. Simplesmente pelo fato de que ninguém entra em uma relação pensando no “e se acabar”. Aliás, a ideia não é pensar no fim. A ideia não é nem pensar na relação na hora de ponderar se você deve ter seus momentos de individualismo. É apenas ter consciência de que a sua vida existia antes desse relacionamento.
Muita gente é feliz assim? Claro que é. Cada um escolhe e faz o que traz mais felicidade. Ninguém aqui é dono da verdade para afirmar que quem escolhe deixar as pessoas com quem convivia de lado para seguir outra é errado. Porém, se qualquer um parar para pensar racionalmente, vai sacar que se essa relação acabar a garota do exemplo vai ficar sozinha. Primeiro porque ela não vai se sentir tão à vontade de continuar muito tempo ao lado daquelas pessoas que tanto lembram o ex; segundo, ela vai ter que rebolar para recuperar as amizades deixadas de lado quando seu mundo era ele e, terceiro, ela vai precisar ser ela de novo. Imaginem ter que fazer tudo isso com um possível coração despedaçado. Nada fácil, né?

Quando a gente ama mesmo alguém é importante saber a hora de desgrudar. Talvez a pessoa queira isso também, mas por medo de te magoar, acabe nem tocando no assunto. Seja você o primeiro a dizer. Faça um favor para sua vida. Faça esse favor para a vida da pessoa que te acompanha. Comece a fazer planos para si, uma viagem de férias sozinho, por exemplo. Volte a encontrar seus amigos nem que seja uma vez por semana. Passe mais tempo com sua família ao invés de sempre acompanhar apenas os programas familiares da pessoa amada. Enfim, conjugue um pouco mais os verbos na primeira pessoa. Acredite, faz bem.
Para fechar o texto, deixo para vocês uma música que amo e ilustra bem a prosposta do post. Fim de Caso - Dolores Dura:
Revisão Felipe Rui.
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Olá queridos! Tô meio atrasada com as postagens porque estou em uma nova fase de trabalho e isso consome todo o meu tempo. Mas óbvio que não vou abandonar vocês, né? Na medida do possível, vou manter a frequência semanal das postagens.
Por falar em postagens, não sei se sabem, mas estou colaborando em outros espaços. Vocês já podem me acompanhar no Blog do Roma e em breve na Obvious e no Ativar os Sentidos. Acompanhem meu Twitter, pois por lá eu linko todas as postagens. 
Espero que tenham gostado do texto da semana e das últimas novidades.
P.S. Obrigada a quem aderiu a campanha do Selo Stylish Blogger Award de que falei no último post. Tomara que tenha sido tão divertido para vocês como foi pra mim.
Beijos!



13.3.11

Ah, que isso? Elas estão descontroladas!


Quem nunca se descontrolou na vida que atire a primeira pedra. Todo mundo já teve seu dia de loucura e devemos admitir isso sem culpa. Mas entre o descontrole casual e as atitudes insanas, calculadas ou não, existe uma boa distância.

Perder as estribeiras depois de uma discussão com o namorado e chorar ou insistir para a conversa continuar quando ele quer que termine, vá lá, é aceitável. Afinal, no calor das emoções tomamos atitudes que posteriormente nos envergonhamos. Mas, por exemplo, gritar descontroladamente na frente da casa dele para chamar atenção ou ir até o trabalho dele e fazer um barraco, é coisa de gente maluca.

Vocês devem se perguntar agora o motivo de eu citar exemplos com mulheres e não homens. Bom, primeiro que na maioria das situações, os homens tem mais sangue frio para lidar com assuntos problemáticos. Dificilmentes eles cairão em um choro compulsivo ou sairão gritando pela rua quando levam um pé na bunda. Tá que eles podem fazer algo pior como, por exemplo, matar a mulher que o rejeitou/traiu. Não sou eu que digo isso, está nos jornais todos os dias, mas fora esse extremo mórbido, homens são sim, mais controlados. Segundo que, por ter várias amigas, não é difícil presenciar cenas do tipo. Terceiro, porque vocês não tem ideia do que já passei por causa de mulheres assim. Elas são terríveis! 

Suponho também que queiram saber meus motivos para falar de situações de cunho amoroso e não gerais, como ser demitido, por exemplo. Bom, tem coisa que nos deixa mais maluquinhos que paixão? Pelo menos eu acho que essa é uma das maiores causas de barracos, discussões e afins. E digo isso porque, diferente do amor e toda sua calma sublime, a paixão traz consigo todo tipo de sentimentos contraditórios: ódio, ciúme, insegurança, medo e, claro, loucura. Por isso, acredito que essa seja a causa de boa parte das insanidades cometidas por pessoas mundo afora.
Agora, vamos fazer alguns cálculos:


Exagero? Não, amigos! Só quem já foi vítima de uma descontrolada sabe bem o que estou falando. Imaginem acordar às 7 da manhã por receber uma SMS muito, muito feia de uma mulher que não confia em si mesma e joga a culpa do fim da sua felicidade em você. Péssimo, né? E isso, sem nem fazer ideia do que ela está dizendo e a merda continuar por dias a fio, nos horários mais inusitados. Tenso. 

Exemplos pessoais à parte, o intuito desse post é tentar entender o motivo de tantas mulheres se prestarem a situações rídiculas por causa de um homem. Sinceramente, homem ou mulher, não acredito que ninguém valha tanto a pena que mereça tamanha exposição. E outra, se a situação ficasse restrita apenas à pessoa que deseja se expor, beleza. Mas o pior é quando  terceiros são envolvidos e aí vira uma bagunça na vida de todo mundo. 

Ele não te quer mais? Parte para outra! A ex dele te deixa insegura? Pô, confia mais no seu taco, mulher! Ele prefere passar a tarde com os amigos ao invés de ir te ver? Vai fazer algo que também te faça feliz! Você tem ciúme das mulheres do trabalho dele? Pense bem, se ele quisesse as colegas de trabalho, não estaria com você! Enfim, seja mais segura de si, acredite mais em seu potencial como mulher. Seja alguém que as pessoas queiram se aproximar, e não se afastar por medo de suas tramoias e sandices.

POR FAVOR! Pare de infernizar a vida das pessoas que estão ou já estiveram na vida daquele que você diz amar, ok? Ninguém se importa, tá! OBRIGADA!

Revisão: Felipe Rui

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E então pessoal, o que acharam do tema da semana? Complicado conviver com gente assim, né? Eu tenho pavor, pavor!
Bom, é isso! Se quiserem sugerir alguma tema, fiquem à vontade!

Beijos da Petit

6.1.11

Sim!

Minha família está na expectativa para que eu case logo.  Afinal já estou com 27 anos e é isso que se espera de moças na minha idade. Oh wait! Estamos em 2011. Não funciona mais assim, certo?

Antigamente, o casamento acontecia por obrigação. Tanto para o homem, quanto para a mulher, o ideal era que se casassem cedo para unir os bens e prosperar. Isso para os ricos, claro. Os pobres casavam, bem... Dizem que é porque não tinham TV em casa.

Muitos desses casamentos “forçados” pelas circunstâncias duram até hoje. Boa parte em nome da relação construída com o tempo, outros por convenções e vários por acomodação. Alguns se desfizeram, óbvio. Nada mais natural. Afinal, ninguém tem a obrigação de continuar uma relação que não traz felicidade.

Atualmente a história é outra. Quase ninguém mais casa forçado. Pelo contrário, tem gente que casa sem esforço nenhum. Por um simples impulso, pluft, os pombinhos estão casados até que a morte os separe. Ou até a primeira briga. O número de casamentos no Brasil em 2008 foi 960 mil. Em contrapartida, houve um divórcio para cada cinco desses casamentos. Mau sinal? Definitivamente, não! 

Para vocês terem uma ideia, o número dos chamados “recasamentos” também aumentou consideravelmente. Em 2008, a união entre casais com pelo menos um dos cônjuges previamente divorciados, representou 17% no total das estatísticas. Uma boa prova de que, apesar da tristeza pelo término da relação anterior, as pessoas não deixam de acreditar na felicidade ao lado de alguém.

Muita gente que conheço foge léguas a simples menção de casamento. Eu não as culpo. Afinal, a maioria tem em casa, ou muito próximo, exemplos de casamentos malfadados, onde pessoas infelizes arrastam a relação como se fosse uma corrente presa no pé. Aí tem o outro lado que, mesmo com os piores exemplos, ainda acredita que a união entre um casal pode ser benéfica para a vida das pessoas.

Aliás, depois de muito tempo casando em meio a rígidas obrigações e convenções, os casais hoje casam por puro e simples desejo. E por mais que as separações ocorram em grande número, é fato que casar faz bem. Como eu sei disso sem nunca ter casado? Bom, nunca assinei nenhum papel, mas já morei dois anos com alguém e digo a vocês que foi uma experiência bacana. Claro que não foi nenhum conto de fadas, porque nenhum casamento deve sequer chegar perto do famoso “Felizes para sempre”, mas foi algo real e me deixou com a certeza de que casar não é nenhum bicho de sete cabeças.

No final das contas, a verdade é que casamento é algo que deve ser muito bem pensado. O sim deve ser dito com convicção, sem ilusões de uma vida perfeita e, acima de tudo, o ideal é que você conheça muito bem a pessoa com quem pretende passar o resto da sua vida. Deixar para conhecer melhor quem se ama só após o casamento pode ser o primeiro passo para um desastre conjugal. 

Por isso, amigos, independente de como ou quando pretendem casar, que seja algo feito com consciência. Realizem seus sonhos e suas expectativas. Aproveitem todos os momentos das suas vidas, seja antes ou depois do casório. Não entrem nessa pensando “não deu certo, separa”. A separação é uma possibilidade, mas só casem com a certeza de que não é isso que vocês realmente esperam que aconteça. Acima de tudo, casem por amor. Porque no final de tudo, por mais “sentimentalóide” que isso possa parecer, é por amar um ao outro que vocês vão lutar pela felicidade da vida a dois.

Revisão Felipe Rui.
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Eu sempre gosto de saber o que as pessoas pensam a respeito do tema que eu quero escrever. Por isso, o texto teve a colaboração dos amigos no Twitter e Facebook. Obrigada a todos que colaboraram com opiniões.
Para complementar o assunto, sugiro que vejam o blog  Pra Casar do Marcos Graciani. Ele tá muito afim de casar e se alguma mulher quiser se candidatar, eis a grande chance. hehehe
Agora, quem já tá com planos de casamento em andamento, existem diversos sites que podem ajudar os pombinhos a planejar o enlace e até mesmo manter os amigos informados sobre o andamento do casório. Um deles é o ICasei! e nele dá pra brincar um pouco com a opção gratuita oferecida aos usuários que querem experimentar o serviço.
Para finalizar, deixo duas músicas interpretadas pela Vanessa da Mata e Isabella Taviani, respectivamente. Gosto das cantoras e as canções tem tudo a ver com o tema. Enjoy!
Um beijo e até semana que vem! Comentem!

*Dados estatísticos extraídos da Revista Veja de 25 de agosto de 2010 na matéria " Casamento - Por que ele continua a valer a pena".






28.11.10

"Não há lugar como o lar."

Como um pássaro que acabou de aprender a voar, sempre sonhei alçar voos mais altos. Mesmo feliz com minha família e amigos, eu tinha em mente mudar de cidade, conhecer novos lugares e ir por aí, sem lenço nem documento. Sendo assim, desde muito pequena, quando ficava brava com algo, meu primeiro desejo era ir embora. Como se o fato de mudar para um lugar diferente fosse capaz de aplacar minhas frustrações. Sempre que isso acontecia, minha tia pegava uma mala velha que tínhamos em casa e, sorrindo, mandava eu colocar minhas roupas ali e partir.

Quando completei 19 anos, arrumei mesmo minhas malas e parti para o desconhecido. Eu tinha um plano e a vida me deu a chance de cumpri-lo. Confesso que nada saiu como planejei e foi duro descobrir que eu estava sozinha para enfrentar minhas próprias escolhas. Algumas certas, outras muito erradas, mas todas elas eram, a partir do momento que coloquei os pés para fora de casa, minha responsabilidade.

Obstinação sempre foi meu nome do meio e o que me tornou capaz de continuar. Afinal, mesmo quando a noite chegava e eu me deitava na cama, chorando sem ter com quem conversar, eu sabia que não poderia e nem queria parar. Estava apenas começando.

O primeiro ano da minha nova jornada foi recheado de solidão, insegurança e sofrimento. Mas, em nenhum momento,  a não ser por duas vezes que liguei para minha mãe e outra para minha vó aos soluços, eu quis aceitar que eu poderia e deveria voltar para trás. Aquilo parecia completamente inadimissível, pois seria como se eu estivesse rebobinando, a muito contragosto, a história da minha existência.

Com o tempo, eu aprendi a ser sozinha. Mas, nos seis anos que sucederam a primeira saída de debaixo da asa da minha família, muita gente passou pela minha vida. Morei com uma amiga que só me trouxe problemas, em uma república mista que estava caindo aos pedaços, por dois anos com um namorado que era como o pai que nunca tive, em uma outra república só para meninas, onde fiz três grandes amigas, depois com mais quatro amigas e por fim, com uma das três grandes amiga e o namorado dela. Ufa! Sim, fui meio que uma cigana. Fora isso, tiveram os amigos da faculdade, do teatro, do ballet, das aulas de desenho, dos estágios e empregos...

Quando a faculdade acabou, eu sabia que tinha que ir para casa. Lá estavam recordações da infância e adolescência, pessoas que me amavam, meu quarto, minha cadela... Só que eu ainda não via sentido naquilo e fiquei pelo menos um ano enrolando para decidir. Mas, chegou uma hora que não dava mais para adiar e o destino acabou me dando uma chance de tentar. Nesse ímpeto de confiança, joguei minha apreensão de lado, coloquei minhas roupas de volta nas malas e fiz o caminho oposto. 

A experiência foi interessante. Adorei estar com a família, rever bons amigos, fazr algumas novas amizades, enfrentar antigos demônios que me assombravam e reconstruir a minha imagem de lar. Mas, todos sabemos que um passarinho que já aprendeu a voar, não consegue voltar de vez para o ninho. 

Hoje, cá estou eu, novamente muito longe de casa e contando essa historinha para vocês. Que a propósito, devem estar pensando “nossa, que pessoa mais desapegada”. Não, eu não sou assim e acho que ninguém é. Porque, quando o assunto é família, no fundo, ainda somos crianças. Não importa o quão velhos fiquemos, sempre precisaremos de um lugar para chamar de lar. Porque sem as pessoas que você mais ama, nunca poderá evitar de se sentir sozinho no mundo.

Revisão Felipe Rui.

Então é isso, pessoal. Essa foi a temática da minha semana. Algo que deve ter vindo à tona, porque estou com uma tremenda saudade de casa. Ainda bem que o Natal está chegando e eu vou ficar pertinho da minha família um pouco.
Agora me contem, como é essa relação para vocês?

Beijos e até semana que vem. Que a propósito, vem com um texto quente. hehehe